Quando tem alguém andando atrás de você na rua de noite:
( ) É só alguém voltando pra casa.
(x) BANDIDO, ESTUPRADOR, ASSASSINO, CORRE!
(Source: heyas, via lovescarpin)
( ) É só alguém voltando pra casa.
(x) BANDIDO, ESTUPRADOR, ASSASSINO, CORRE!
(Source: heyas, via lovescarpin)
A verdade é que você não consegue seguir em frente pois não tira os olhos do retrovisor.
(via alot-has-changed)
(via wenaturaldisaster)
YEAR: Deixar partir: “Ela teve que YEAR.”
EYE: Interjeição de dor:” EYE que dor de cabeça!”
HIM: Órgão: “Eye que dor no HIM!”
CREAM: Roubar, matar, etc.: “Ele cometeu um CREAM.”
PAINT: Objeto: “Me empresta o seu PAINT?”
FAIL: Oposto de bonito: “Ele e FAIL.”
RIVER: Pior que FAIL: “Ele é O RIVER.”
TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: “Acho que vou TO SEE!”
CAN’T: Oposto de frio: “A água esta CAN’T.”
MORNING: Nem CAN’T, nem frio: “A água esta MORNING.”
WINDOW: Usado em despedidas: “Bom, já vou WINDOW!”
HAIR: Marcha de carro: “Ele engatou a HAIR.”
MAY GO: Pessoal dócil: ele é tão “MAY GO.”
YOU: Expressão de curiosidade: “YOU seu irmão, como vai?”
COOL ME: Verbo que indica comer: “Eu COOL ME pastel. Eu COOL ME FAROFA.”
FREE YOU : Oposto de estar com calor: “Estou com FREE YOU”
FRENCH: Dianteira: “Sai da FRENCH, por favor.”
HAND: Entregar, dar por vencido: “você se HAND?”.
FEEL: Barbante:” Me da um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui”.
MICKEY: Afirmativo de queimadura: “MICKEY may”.
BEACH: Homossexual: “O Cordeirinho é meio BEACH.”
BYTE: Surrar: “Dotô, ele sempre BITE neu.”
BOTTOM: Colocar: “Eles BOTTOM tudo no lugar errado.”
CAREFUL: Supermercado: “Vou no CAREFUL comprar uns troços.”
CHEESE: Letra do alfabeto: “Exemplo, sexo e nexo se escrevem com CHEESE.”
CLOCK: Marca de panela: “Panela de pressão, lá em casa, só CLOCK.”
COFFEE: Onomatopéia para o ato de to see: “COFFEE! Coffee! Desculpe!”
DARK: Trecho de um conhecido provérbio: “É melhor DARK que receber!”
DATE : Ordem para prostrar-se: “DATE-se aí e fique quieto.”
DICK: Início de uma música do Roberto Carlos: “DICK que vale o céu…”
ELEVEN:Mandar levantar: “ELEVEN o nível da conversa aí.”
KISS: Verbo querer no passado: “Ele KISS beijá-la.”
BOY: O companheiro da vaca: “Aluna : Hello , BOY! Aluno : Hello , vaca!”
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida regular como um paradigma da primeira conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou com uma regência. Foi feliz.
Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva tentou ir para os EUA, não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem, a interjeição do bigode declinava partículas
expletivas, conectivos e agentes da passiva, o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
Carlos Drummond de Andrade
(Source: radicaldonuts, via bitchwithoutfeelings)