Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida regular como um paradigma da primeira conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou com uma regência. Foi feliz.
Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva tentou ir para os EUA, não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem, a interjeição do bigode declinava partículas
expletivas, conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.  Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

Paulo Leminski